terça-feira, maio 18, 2010

Breves


A Festa Final do Projecto Nestum Rugby nas Escolas, vai realizar-se no próximo dia 22 de Maio, pelas 12.30 horas na Anadia

Este Projecto surge de uma parceria entre a Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, através do Gabinete Coordenador do Desporto Escolar, e a Federação Portuguesa de Rugby, procurando iniciar o maior número de crianças e jovens na prática do rugby.

O Projecto Nestum Rugby nas Escolas é apadrinhado pela “Equipa de Tag Rugby da Selecção Nacional”, constituída pelos internacionais, da Selecção Nacional Feminina, Isabel Ozório e Maria Vasquez, e da Selecção Nacional Masculina, António Aguilar e Diogo Mateus, que estiveram presentes na conferência de imprensa e apadrinham o projecto.

O Projecto Nestum Rugby permitiu, durante este ano lectivo, a prática do rugby a cerca de 25.000 jovens, de 275 escolas a nível Nacional, dos quais cerca de 900 alunos oriundos de 70 escolas de todo o país vão participar na Festa Final.

Convocados para o IRB Sevens de Londres
Sebastião Cunha, David Mateus, João Mirra, Hugo Valente, Duarte Moreira, António Aguilar, Pedro Leal, Adérito esteves, Gonçalo Foro, Frederico Oliveira, Joe Gardener e Francisco Serra.

João Mourinha foi nomeado pelo IRB para integrar o painel de árbitros a participar no Mundial de Juniores B (Junior World Rugby Trophy), a decorrer na Rússia de 18-30 de Maio, onde se estreará hoje no jogo Roménia - Uruguai.

Convocatória para os treinos da Selecção Regional de Lisboa (1?)

Este ano realizou-se pela primeira vez um Torneio Inter-Regional, numa iniciativa que me parece de acarinhar, pois os conceitos que a regiam eram interessantes.

Um dos objectivos do torneio era promover a competição regional ibérica, cabendo à selecção vencedora defrontar a selecção regional da Andaluzia.

A selecção vencedora foi como é do conhecimento público Lisboa 1, constituída por jogadores dos seguintes clubes: Direito, CDUL, Benfica, Técnico, Santarém, Tecnologia, Belas e Marinhense.

A convocatória agora publicada no site da FPR incluí jogadores da Agronomia, Belenenses, Cascais e Rugby da Linha, não sendo convocado qualquer jogador do Belas e do Marinhense (devia ser pelo menos 1 de cada) parece que a selecção Lisboa 1 transformou-se na Selecção Regional de LISBOA.

Claro, que ganhar aos espanhóis é sempre importante, mas mais importante é a transparência com que se fazem as coisas, é manter os grupos motivados e confiantes nos dirigentes que os apoiam. Se um determinado plantel ganhou o direito de representar Lisboa num jogo internacional, não é justo que agora corram o risco de serem preteridos a favor de outros jogadores que eles derrotaram, todos queremos ganhar, mas não a todo o custo.

Ao menos podia ser dada uma explicação para esta alteração. Independentemente, da minha vontade de chatear, bons treinos e ganhem lá aos espanhóis.

11 comentários:

Merlinis disse...

ridiculo...

Anónimo disse...

Miguel infelizmente esse espirito foi logo quebrado pelos Sr. treinadores da selecção regional vencedora ^(paulo gonçalves e murinelo) que na final foram eles próprios a preterirem esses jogadores só para ganhar o jogo, deixando mesmo jogadores o jogo todo no banco e são os mesmos treinadores que foram convocar outros jogadores das outras regionais.


Grd Abraço
Nuno Ribeiro

Skiweb disse...

Não é só com a Regional 1, o mesmo acontece na Regional 2... Infelizmente...

Anónimo disse...

Segundo me disseram esta reprovável medida foi "recomendada" por "instancias mais altas" que os treinadores pois era importante mostrar à IRB que , mesmo a nivel provincial, estamos acima da Espanha.É um critério que seria aceitável se LOGO DE INICIO a regra fosse que no fim do torneio nacional, seria feita uma selecção de todos os participantes (e não só ... ...) para jogarem os proximos jogos "internacionais".O que se passa é que não foi isso que foi dito, as regras não eram essas!Quanto a mim é inqualificável mudarem-se as regras a meio, enganando-se jogadores que se empenharam a dar corpo a este projecto, apenas para ganhar, seja lá a quem fõr!!
Não é assim que se credibiliza uma competição, não é assim que se credibiliza o rugby, não é assim que se contribui para o desenvolvimento e crescimento do rugby português!!Desculpem-me o termo, mas acho uma VERGONHA!
JMCaupers

PS - um pouco mais de organização tambem não faria mal, pois isso impediria que um jogador do CDUL ter jogado fosse selecionado e jogasse pela região Sul, como aconteceu

Anónimo disse...

Por isso o Salvador saiu da selecção Regional 2 ........

Anónimo disse...

Finalmente a FPR conseguiu concretizar o seu antigo sonho. Acabar com selecção nacional e canalizar todos os recursos para a selecção de LISBOA, afinal quem vai pagar os treinadores, fisios, campos e etc...
Já agora o Jorge Segurado e o Bernardo Duarte não são da selecção nacional, e não havia uma regra que proibia a utilização de jogadores de selecção?
E se a regra de que era a selecção vencedora qu representava Portugal foi quebrada, pq não foi chamado nenhum jogador das selcções Norte/ Centro ou Sul?
Afinal Cabé começa a mostrar que já cedeu ao Lobby que acha que Lisboa é Portugal e o resto é paisagem

miguel rodrigues disse...

Para todos os efeitos a Selecção continua a ser de Lisboa que vai defrontar a da Andaluzia, não fazia sentido nenhum ser uma selecção de Portugal.

Quanto ao resto, fazer uma selecção única e convocar seleccionáveis estamos de acordo.

Na medida do possível evitem comentários provocatórios, até agora foram publicados todos...

Anónimo disse...

Caro Miguel
O comentário não é provocatório, mas sim de alguém que fica revoltdo por a selecção de Lisboa 1 ou 2, nem sei, ter subitamente se transformado na selecção de Lisboa, e ver que jogadores de Lisboa, mais uma vez vão dispor da possibilidade de ter treinos de qualidade, com bons treinadores, fisios, etc..., subsidiados pela FPR, o que como e natural, os irá tornar melhores jogadores, e fazer com que o fosso dos clubes de Lisboa e os outros ainda aumente mais.
Se desvirtuaram o conceito das selecções reionais, então que também deem essas condições de treinos as equipas do SUL e Norte/Centro. è que é assim que começam a surgir os fossos desprtivos entre equipas. E ano que vem ou daqui a 2 anos quando as equipas de Lisboa estiverem mais fortes que os outros, não se lembrarão do porquê. No desporto o talento e a vontade vão só até determinado ponto, a partir daí, é o trabalho e as condições que os atletas tem que fazem a diferença.
Olhe só para muitos dos actuais jogadores da selecção Nacional, que alguns anos atrás eram do mesmo nivel de diversos outros, mas oa ter acesso a bons treinadores e mais e melhores ondições de treino evoluiram para niveis muito superiores

miguel rodrigues disse...

Também não achei o comentário demasiado provocatório, mas deixava muita coisa no ar.

Acho que a explicação agora dada é interessante e construtiva, põe o dedo numa ferida que atletas e clubes de fora de Lisboa há muito vêm reclamando.

No entanto, acho que o exemplo não é o melhor, porque é em Lisboa onde há e sempre houve, mais equipas, mais atletas e melhores infra-estruturas, a selecção de Lisboa limita-se a aproveitá-las. Pela mesma razão, é natural que as selecções de Lisboa venham a ter ascendente sobre as demais, a não ser que o pessoal da "província" mostre a sua raça e com muita humildade faça a surpresa.

Abraço

Anónimo disse...

Caro Miguel
Sempre que as selecções de fora de Lisboa fizeram gracinhas, apareceram logo os que diziam que aquilo era dinheiro mal gasto.
Eu parecia adivinhar quando disse que a Selecção de Lisboa estava a aparecer para ocupar o lugar das selecções nacionais, senão veja-se o jogo do dia 26 contra os Penguins. Afinal já não é só um jogo contra Andaluzia. Cada vez os jogadores de fora de Lisboa vão ficar para trás.
A FPR assim como os clubes de fora de isboa tem que fazer um esforço para dinamizar o rugby fora de Lisboa, para aacabar com este gueto, não prejudicando estes clubes, mas sim estudando formas de fazer com que os outros subam de nível. E isto podia ser atingido com estes encontros com equipas de fora. Mas não, serão os mesmos de sempre a ter esta oportunidade e cada vez mais o fosso crescerá. Relembro que as selcções Portuguesas exclusivamente formadas por Lisboetas nunca foram bem sucedidas.
Para além disso, bato na mesma tecla, se não apostarmos nos jovens promissores também de foras de Lisboa, estes nunca se desenvolverÃO.
Esta parece aquela situação de saber o que apareceu primeiro, se o ovo, se a galinha.Pois aqui como equipas de Lisboa são melhores, tudo lhes é oferecido, e por isso também aprendem mais e evoluem mais. Mas lembro que quando equipas de fora tiveram bons resultados, os seus jogadores tiveram que lutar bastante e batalhar muito para conseguir oportunidades, enquanto para os de Lisboa, basta uma ou duas boas épocas nos sub 21, ou uma nop seniores, para terem imensaqs oportunidades. Ora, como é logico, em cada 5 que tem essas varias chances, 2 ou 3 evoluem. Olhem os exemplos, Adérito, David Mateus, Gonaçlo Uva, Jorge Segurado, Girão, que tiveram bastante tempo e bastantes oportunidades para crescerem e se tornarem bons jogadores. Já os jogadores de fora tem uma chance e se não brilham, o que é dificil em uma estréia, são logo considerados um fracasso. Veja-se o exemplo recente de Serra na selecção de 15, ou as nulas chances que avançados dos Arcos, Académica, ou miudos promissores do CDUP tem tido, quer no 15 quer nos 7's.
Será que só em Lisboa existem jovens promissores que usam os seven's para se desenvolver.
Abraço

miguel rodrigues disse...

Penso que todos estão de acordo que é fundamental que o rugby cresça fora de Lisboa onde existem jogadores de grande qualidade e enorme potencial.

Um dos problemas é que é na zona da grande Lisboa que estão a maioria das equipas com dimensão e onde há também mais infra-estruturas.

Naturalmente a organização do rugby e da selecção cresceu em Lisboa.

Para combater o abandono de jogadores de fora de Lisboa das selecções (porque era impossível virem treinar 2/3 vezes por semana, porque não eram devidamente avaliados, etc.) houve uma tentativa de criar centros de estágios no Porto e em Coimbra, que creio não tiveram grande sucesso, por incapacidade organizativa.

A questão é, como ultrapassar este centralismo com as enormes condicionantes existentes (falta de dinheiro, falta de infra-estruturas, falta de dirigentes, etc)?